“Fazendo da vida
Propósitos superficiais
Ao pico dá a neve corrompida,
Porém, com a base amargurada.
Um dia, esta brancura fazedora
de mortes inadmissíveis, cairá.
Renascerá o propósito concreto de viver.
Sei que eu não viverei, porém,
o meu futuro viverá – retificando –
não só o meu futuro, o de todos
que assim o querem.
Acreditando em nós mesmos faremos
do sonho uma realidade
comum a todos para sempre.
Vindo de todos,
com todos,
por todos.
Jaime
Guimarães Júnior
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