Eu te vejo passar como uma brisa selvagem
Como um facho de luz, candeando minha vida, o meu ser.
Agora vejo, que por ser o que é,
Te admiro, te beijo e te enrosco em meus braços.
Te beijo com um olhar
Te abraço só no pensar
Por isso, te faço versos mediante um respirar.
Tenho história, não posso contar.
Às vezes, te faço versos pra desabafar.
Caminhe pra mim como uma doida,
Pra eu te abraçar como um loucão.
Demais eu posso, mas eu... não devo,
Pegar em ti, depois de um beijo.
Separar-me de ti, eu não vou.
Pois a canção, que é vida,
Ainda não terminou.
Depois da morte, aí sim, que eu vou.
Cante comigo esta canção, para sermos um só coração.
Canção terrestre, que faz delirar
Do anoitecer ao amanhecer.
Sem parar e sem cessar
A não ser, quando o dia nos ver.
Mostre-me a vida, o amor, o presente.
Que nos faz imaginar o futuro.
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